Ser goiano

Ser goiano é carregar uma tristeza telúrica num coração aberto de sorrisos. É ser dócil e falante, impetuoso e tímido. É dar uma galinha para não entrar na briga e um nelore para sair dela. É amar o passado, a história, as tradições, sem desprezar o moderno. É ter latifúndio e viver simplório, comer pequi, guariroba, galinhada e feijoada, e não estar nem aí para os pratos de fora.

Ser goiano é saber perder um pedaço de terras para Minas, mas não perder o direito de dizer também uai, este negócio, este trem, quando as palavras se atropelam no caminho da imaginação.

O goiano da gema vive na cidade com um carro-de-boi cantando na memória. Acredita na panela cheia, mesmo quando a refeição se resume em abobrinha e quiabo. Lê poemas de Cora Coralina e sente-se na eterna juventude.

Ser goiano é saber cantar música caipira e conversar com Beethoven, Chopin, Tchaikovsky e Carlos Gomes. É acreditar no sertão como um ser tão próximo, tão dentro da alma. É carregar um eterno monjolo no coração e ouvir um berrante tocando longe, bem perto do sentimento.

Ser goiano é possuir um roçado e sentir-se um plantador de soja, tal o amor à terra que lhe acaricia os pés. É dar tapinha nas costas do amigo, mesmo quando esse amigo já lhe passou uma rasteira.

O goiano de pé-rachado não despreza uma pamonhada e teima em dizer ei, trem bão, ao ver a felicidade passar na janela, e exclama viche, quando se assusta com a presença dela.

Ser goiano é botar os pés uma botina ringideira e dirigir tratores pelas ruas da cidade. É beber caipirinha no tira-gosto da tarde, com a cerveja na eterna saideira. É fabricar rapadura, Ter um passopreto nos olhos e um santo por devoção.

O goiano histórico sabe que o Araguaia não passa de um "corgo", tal a familiaridade com os rios. Vive em palacetes e se exila nos botecos da esquina. Chupa jabuticaba, come bolo de arroz e toma licor de jenipapo. É machista, mas deixa que a mulher tome conta da casa.

O bom goiano aceita a divisão do Estado, por entender que a alma goiana permanece eterna na saga do Tocantins.

Ser goiano é saber fundar cidades. É pisar no Universo sem tirar os pés deste chão parado. É cultivar a goianidade como herança maior. É ser justo, honesto, religioso e amante da liberdade.

Brasilia em terras goianas é gesto de doação, é patriotismo. Simboliza poder. Mas o goiano não sai por aí contando vantagem.

Ser goiano é olhar para a lua e sonhar, pensar que é queijo e continuar sonhando, pois entre o queijo e o beijo, a solução goiana é uma rima.

(José Mendonça Teles. Crônicas de Goiânia. Goiânia: Kelps, 1998)


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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A iniciação sexual das meninas depende da regularidade do pequeno-almoço

Cientistas japoneses descobriram que os adolescentes que pulam o café da manhã, começam a vida sexual mais cedo do que seus pares que comem regularmente no período da manhã. O estudo foi encomendado pelo Ministério da Saúde do Japão, preocupado com o problema da gravidez não planejada entre meninas. Em uma pesquisa com três mil mulheres descobriu que aqueles que não tomaram café da manhã antes das aulas começam a actividade sexual em cerca de 17,5 anos, enquanto seus colegas mais guloso sexo uma média de apenas 19,4 anos. Os médicos tendem a explicar este fenômeno é o fato de que as meninas estão pulando a refeição da manhã, não crescem em uma família feliz, e por causa da negligência dos pais são mais propensos a ações precipitadas.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

veja o que foi a Inquisição


A Inquisição torturou e executou várias pessoas acusadas de crimes contra a fé católica.

A Inquisição foi um movimento da Igreja Católica, iniciado nos fins da Idade Média, estabelecido com a missão de barrar o desenvolvimento dos chamados movimentos heréticos. De origem grega, a palavra heresia significava originalmente “aquele que escolhe” e foi reinterpretada pelos clérigos como qualquer ideia ou manifestação que ameaçasse a vigência dos inquebráveis dogmas católicos.

A primeira tentativa de promover esse tipo de perseguição religiosa apareceu nos escritos do abade Pedro, o Venerável, que defendia a tese de que, para se combater os hereges, seria necessário o cumprimento de quatro estágios que envolviam a investigação, a discussão, o achado e a defesa do indivíduo relacionado a esse tipo de prática. Já no ano de 1215, o Concílio de Latrão determinou que todo aquele que negasse o catolicismo seria excomungado e entregue às autoridades para que sofresse as devidas punições.

Pouco tempo depois, um sacerdote espanhol chamado Domingos de Gusmão articulou o estabelecimento da “Milícia de Jesus”. Esta primeira instituição abrigava todos aqueles que estivessem dispostos a utilizar de armas e violência para defender a hegemonia católica. Nesse tempo, a propagação dos cátaros, uma expressiva seita da Baixa Idade Média, serviu como um primeiro alvo dos inquisidores responsáveis por execuções que visavam reprimir o restante da população com a terrível morte na fogueira.

Já nessa época, os inquisidores circulavam pelas cidades em busca de confissões e denúncias que permitissem o acionamento do processo investigativo. Nicolau Aymerich foi um dos mais célebres inquisidores medievais, pois chegou a escrever uma obra em que determinava uma série de conselhos para que a identificação de hereges e feiticeiras fosse promovida. Segundo algumas estimativas, mais de 50 mil pessoas, sendo a maioria mulheres, foram mortas por algum envolvimento com a feitiçaria.

No século XV, a atuação dos inquisidores passou a se enfraquecer e, dessa forma, outras motivações ganharam força no desenvolvimento de tal patrulha religiosa. Sob esse novo contexto, principalmente na região ibérica, observamos a violenta ação da Inquisição Católica contra os judeus, historicamente marginalizados pelo fato de serem “culpados pela morte de Cristo”, por sua visível posição de destaque no desenvolvimento das atividades comerciais e no ambiente das universidades.

Outra importante motivação que justificou o reavivamento da Santa Inquisição foi o processo de formação dos Estados Nacionais. Na Espanha, o processo de expulsão dos mouros só foi possível mediante o sistemático confisco dos bens de judeus que eram perseguidos pelos investigadores da Igreja. Apesar de tentarem se converter para fugirem de toda essa perseguição, os judeus eram alvo da desconfiança da população genuinamente católica e eram distintos pela alcunha de “cristãos novos”.

O medo e os terrores impostos pelo Tribunal da Santa Inquisição foram somente abolidos a partir do século XIX. No século seguinte, o tribunal foi transformado na “Congregação para a Doutrina da Fé” e limitou sua ação a questionar os teólogos católicos que discutiam os dogmas de sua crença. Apesar de extinta, os moldes de ação da Inquisição ainda se mostram vivos na ação invasiva dos regimes totalitários e das facções religiosas fundamentalistas.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
A "Santa" Inquisição
A Santa Inquisição, também com a designação de Tribunal do Santo Ofício, foi um tribunal religioso que teve a sua origem na Idade Média.

O objetivo desta instituição da Igreja Católica era impedir os desvios da fé.

A Inquisição publicava uma lista de livros proibidos - o Index - exercendo uma forte censura sobre os escritores e as suas obras.
Esta instituição, com os seus fanatismos, com as suas denúncias, com os seus roubos, com as suas prisões, com as suas torturas, com os seus autos de fé, com as suas fogueiras, foi uma mistura de tragédia dolorosa e de baixa comédia, que durante cerca de mais de duzentos anos perturbou todas as atividades e com elas o progresso geral de países.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PESSOAL, VAMOS ABRIR UMA IGREJA!!!!



VOU ABRIR A IGREJA "CHAVE DO PARAISO"

O primeiro milagre do heliocentrismo

Hélio Schwartsman - Folha de São Paulo, 03/12/2009

"Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo.

Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo de fiéis.
Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros "Is"
de bens colocados em nome da igreja.

Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para
se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial."


VEJA MAIS EM
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u660688.shtml




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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

VOCÊ SABIA?

SÓSIA

O PRIMEIRO está na Mitologia,

quando Mercúrio, mensageiro dos deuses

e deus do Comércio, da Eloquência e dos ladrões,

adotou as feições de um seu escravo,

para cumprir determinada missão.

O escolhido foi um belo jovem de nome Sósia.

O poeta Tito Plauto (235-184 a C.),

na sátira Anfitrião, fez o primeiro registro.

A partir daí, de nome próprio,

o escravo grego foi sendo degradado.

Perdeu a identidade e transformou-se

em adjetivo qualificativo.






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terça-feira, 1 de setembro de 2009

CUMPADI, ÓIA O BRASIR == CORDEL CAIPIRA- SÁ DE FREITAS




Perdão Nossa BANDEIRA. Apagaram em você " ORDEM E PROGRESSO" e escreveram " DESORDEM E RETROCESSO"
CUMPADI, ÓIA O BRASIR!
(Cordel caipira em homenagem aos ilustres senhores do Poder, ressalva feita aos poucos honestos)
=
Sá de Freitas
Cumpadi Zé vô contá,
O que eu escuitei falá,
Da tar Câmara e Senado:
Diz qui lá os mais bacana
Mente e imborsa a nossa grana,
Nóis tem qui ficá calado.
Tem um véio tagarela,
Que tá arrastano as canela,
Mai é pió qui uma sarna,
Puis num sai nem a paulada,
Nem cum oposição zangada,
O trem ruim num desencarna.
Diz qui tem inda otro homi,
Cum oiá de Lubisomi,
Qui manda os outro calá...
Quando óia a turma treme,
Fecha a boca e apenas geme,
Cum medo di apanhá.
E os tar dos Deputado,
Fica arguns desesperado,
Pra robá a povaiada,
Enquanto arguém di tocáia,
Nas pinguinha se atrapáia,
E jura qui não viu nada.
Nóis que trabáia suado,
Carpino ou tocano gado,
Num ganha nem pra cumê...
Eles cum nosso dinhero,
Vão inté pru estrangero,
Nesses tar hoter chiquê.
Falaro qui o tar de Obama,
Homi estudado e di fama,
É simples, tem simpatia,
Mai nóis temo um cachacero,
Narfabeto, tranbiquero,
Qui gosta de mordomia.
Diz qui aconteceu o seguinte:
Numa tar riunião G-20,
In Londres, noutra semana,
Obama, homi decente,
Foi durmi humirdemente,
Na Imbaxada Americana.
Já nu "Dorchester", Hoter caro,
Lugá dus rico mais raro,
Onde num há inconomia,
Foi se hospedá o "Nada vi",
Pagano inté sem senti,
Vinte mir rear pur dia.
Cumpadi nóis tá perdido,
O povo tá aturdido,
Dia e noite, noite e dia.
É capaiz do desgramado,
Inda ganhá estorado,
Cum a tar de "Borsa Famia".
Puis tem esses vagabundo,
Qui num qué nada nu mundo,
Só bébe e tocá viola.
Quando chegá a inleição,
Esquecem que é cidadão
I si vende pur esmola.
Cumpadi aqui vô pará,
O mió é trabaiá,
Si não cumida num tem.
Puis num dianta manifesto,
De quarqué homi honesto,
Nesse Brasir sem ninguém.
Vo perpará a espingarda,
Bamo qui essa cambada,
Comedô de pizza e torta,
Resorve si infezá.
E mande a sordadaiada,
Qui tamém é vitimada,
Prendê nóis cá no Arraiá.
Mai votá? Num sô bocó!
Pago murta qui é mió,
Do que estragá a Nação.
Bamo mandá os candidato,
Caçá sapo, caçá pato,
Na beira dus riberão.
Nas campanha eles inté jura,
Que vão botá cumpustura,
E acabá cum os desordero.
Mai quando ganha, os danado
Nem óia pro nosso lado,
Só óia o nosso dinhero.
=
Bem... Tô indo trabaiá,
Puis no mandato num tô,
Purque nunca vô robá,
O povo trabaiadô..









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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

212 LIVROS PARA BAIXAR E LER NA ÍNTEGRA, APROVEITEM.


É só clicar no título para ler





  1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
  2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
  3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro -Machado de Assis
  5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
  7. A Cartomante -Machado de Assis
  8. Mensagem -Fernando Pessoa
  9. A Carteira -Machado de Assis
  10. A Megera Domada -William Shakespeare
  11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
  12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
  13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
  14. Dom Casmurro -Machado de Assis
  15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
  17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
  18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  20. Macbeth -William Shakespeare
  21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
  22. A Tempestade -William Shakespeare
  23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
  24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
  25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
  27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
  28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
  29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
  30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
  31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  33. Arte Poética -Aristóteles
  34. Conto de Inverno -William Shakespeare
  35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
  36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
  37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  38. A Metamorfose -Franz Kafka
  39. A Cartomante -Machado de Assis
  40. Rei Lear -William Shakespeare
  41. A Causa Secreta -Machado de Assis
  42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
  43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
  44. Júlio César -William Shakespeare
  45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
  49. A Ela -Machado de Assis
  50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
  51. Dom Casmurro -Machado de Assis
  52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  54. Adão e Eva -Machado de Assis
  55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
  56. A Chinela Turca -Machado de Assis
  57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
  58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
  59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
  60. Iracema -José de Alencar
  61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  62. Ricardo III -William Shakespeare
  63. O Alienista -Machado de Assis
  64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
  65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
  66. A Carteira -Machado de Assis
  67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
  68. Senhora -José de Alencar
  69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
  70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
  72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
  73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
  74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
  75. Iracema -José de Alencar
  76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  78. O Guarani -José de Alencar
  79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
  81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  82. A Pianista -Machado de Assis
  83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
  84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  85. A Herança -Machado de Assis
  86. A chave -Machado de Assis
  87. Eu -Augusto dos Anjos
  88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
  89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  91. Quincas Borba -Machado de Assis
  92. A Segunda Vida -Machado de Assis
  93. Os Sertões -Euclides da Cunha
  94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  95. O Alienista -Machado de Assis
  96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
  97. Medida Por Medida -William Shakespeare
  98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
  99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
  100. A Vida Eterna -Machado de Assis
  101. A Causa Secreta -Machado de Assis
  102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
  103. Divina Comedia -Dante Alighieri
  104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  105. Coriolano -William Shakespeare
  106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
  107. Senhora -José de Alencar
  108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  111. A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
  112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  113. Obras Seletas -Rui Barbosa
  114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
  117. Édipo-Rei -Sófocles
  118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
  119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
  120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  121. Tito Andrônico -William Shakespeare
  122. Adão e Eva -Machado de Assis
  123. Os Sertões -Euclides da Cunha
  124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
  126. Camões -Joaquim Nabuco
  127. Antes que Cases -Machado de Assis
  128. A melhor das noivas -Machado de Assis
  129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
  130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
  132. Helena -Machado de Assis
  133. Contos -José Maria Eça de Queirós
  134. A Sereníssima República -Machado de Assis
  135. Iliada -Homero
  136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
  138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
  141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
  142. A Carne -Júlio Ribeiro
  143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
  145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
  146. A Semana -Machado de Assis
  147. A viúva Sobral -Machado de Assis
  148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
  149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
  151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
  152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
  153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
  154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
  156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
  157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
  160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
  161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
  162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
  163. Odisséia -Homero
  164. Quincas Borba -Machado de Assis
  165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  166. Balas de Estalo -Machado de Assis
  167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
  168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
  170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
  171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
  172. Cinco Minutos -José de Alencar
  173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
  174. Lucíola -José de Alencar
  175. A Parasita Azul -Machado de Assis
  176. A Viuvinha -José de Alencar
  177. Utopia -Thomas Morus
  178. Missa do Galo -Machado de Assis
  179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
  180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
  181. Hamlet -William Shakespeare
  182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
  183. O Espelho -Machado de Assis
  184. Helena -Machado de Assis
  185. As Academias de Sião -Machado de Assis
  186. A Carne -Júlio Ribeiro
  187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
  188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
  189. Antes da Missa -Machado de Assis
  190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
  193. A mulher Pálida -Machado de Assis
  194. Americanas -Machado de Assis
  195. Cândido -Voltaire
  196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
  197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
  198. Conto de Escola -Machado de Assis
  199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
  200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
  201. Schopenhauer -Thomas Mann
  202. Carolina -Casimiro de Abreu
  203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
  204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
  205. Memorial de Aires -Machado de Assis
  206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  207. A última receita -Machado de Assis
  208. 7 Canções -Salomão Rovedo
  209. Antologia -Antero de Quental
  210. O Alienista -Machado de Assis
  211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos




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