
Um perigo desfarçado com água e aromas.
Quem frequenta barzinhos, baladinhas e afins já se acostumou com os aromas de frutas e hortelã no ambiente. O narguilé virou modinha entre jovens de classe média-alta e até mesmo entre os que combatem o vício do fumo. Mal
sabem, patricinhas e mauricinhos, que a nova onda é muito mais pesada do que os cigarros.Um estudo realizado pela Universidade de Brasília (UnB) e divulgado agora indica que uma sessão de narguilé equivale a nada menos do que fumar 100
cigarros. Mais. A quantidade de fumaça e substâncias tóxicas inaladas nos dois casos é a mesma.Outro dia, uma amiga minha me disse que tinha fumado no clube, na beira da piscina, com as amigas. "Até quem não curte cigarro fuma porque é o 'chic'
da vez", disse ela. Sinceramente, eu achei a coisa mais sem sentido que ouvi nos últimos tempos, fumar na beira da piscina, com um bando de crianças em volta. Até porque, numa visão mais simplista, fogo, água e sol na cabeça não
combinam nada com o ato de fumar.Segundo o levantamento dos cientistas baianos, o cachimbo d'água tem concentrações de nicotina que giram em torno de 4%, enquanto o cigarro tem em média 2% da substância. O pneumologista Carlos Alberto Viegas, autor do
estudo, declarou à imprensa que sessões de narguilé, de até 80 minutos, expõem o fumante por mais tempo aos malefícios do tabaco. Um cigarro comum costuma ser consumido em oito minutos. São 12 baforadas contra 200. "Resolvi
estudar o assunto porque fiquei preocupado com o desconhecimento da população", disse.Entre outras coisas, ele alertou também que o ato de compartilhar a biqueira com outras pessoas pode transmitir doenças como herpes e hepatite. Dr.
Viegas disse ainda que é falsa informação de que o narguilé não vicia. Os adolescentes, afirmou, são os que mais têm se rendido ao ritual do narguilé.Nos finais de semana, antes da balada, é comum trocar a água por vodca ou
whisky, e ficar bêbado enquanto fuma. No ano passado, uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em São Paulo identificou que 16% dos estudantes de ensino fundamental e médio em São Paulo já tinham
experimentado o fumo.
Quem frequenta barzinhos, baladinhas e afins já se acostumou com os aromas de frutas e hortelã no ambiente. O narguilé virou modinha entre jovens de classe média-alta e até mesmo entre os que combatem o vício do fumo. Mal
sabem, patricinhas e mauricinhos, que a nova onda é muito mais pesada do que os cigarros.Um estudo realizado pela Universidade de Brasília (UnB) e divulgado agora indica que uma sessão de narguilé equivale a nada menos do que fumar 100
cigarros. Mais. A quantidade de fumaça e substâncias tóxicas inaladas nos dois casos é a mesma.Outro dia, uma amiga minha me disse que tinha fumado no clube, na beira da piscina, com as amigas. "Até quem não curte cigarro fuma porque é o 'chic'
da vez", disse ela. Sinceramente, eu achei a coisa mais sem sentido que ouvi nos últimos tempos, fumar na beira da piscina, com um bando de crianças em volta. Até porque, numa visão mais simplista, fogo, água e sol na cabeça não
combinam nada com o ato de fumar.Segundo o levantamento dos cientistas baianos, o cachimbo d'água tem concentrações de nicotina que giram em torno de 4%, enquanto o cigarro tem em média 2% da substância. O pneumologista Carlos Alberto Viegas, autor do
estudo, declarou à imprensa que sessões de narguilé, de até 80 minutos, expõem o fumante por mais tempo aos malefícios do tabaco. Um cigarro comum costuma ser consumido em oito minutos. São 12 baforadas contra 200. "Resolvi
estudar o assunto porque fiquei preocupado com o desconhecimento da população", disse.Entre outras coisas, ele alertou também que o ato de compartilhar a biqueira com outras pessoas pode transmitir doenças como herpes e hepatite. Dr.
Viegas disse ainda que é falsa informação de que o narguilé não vicia. Os adolescentes, afirmou, são os que mais têm se rendido ao ritual do narguilé.Nos finais de semana, antes da balada, é comum trocar a água por vodca ou
whisky, e ficar bêbado enquanto fuma. No ano passado, uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em São Paulo identificou que 16% dos estudantes de ensino fundamental e médio em São Paulo já tinham
experimentado o fumo.
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