
De acordo com o neuropsicólogo Daniel Fuentes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, há várias explicações para a "música chiclete". Uma delas está relacionada à memória afetiva. "Um dos nossos processamentos de memória mais fortes é o da afetiva, ou seja, aquela que evoca algum tipo de emoção", explica Fuentes, "As músicas chatas também mexem de alguma forma com a pessoa, pois a irritação é uma forma de emoção, e tendem a ficar mais fortemente gravadas". Assim como as canções irritantes, a memória também guarda as que fizeram parte de um momento importante, como começo ou fim namoro, ou uma fase da vida.
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